De acordo com a informação disponibilizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), registou-se, desde o último comunicado, uma descida dos caudais no Rio Tejo. A redução verificada reflete a diminuição dos caudais afluentes ao conjunto das barragens da bacia hidrográfica, embora os níveis se mantenham ainda elevados.
Segundo as previsões meteorológicas, que apontam para uma melhoria gradual das condições atmosféricas, é expectável que a tendência de descida dos caudais se mantenha nos próximos dias em toda a bacia do Tejo.
Apesar da diminuição do volume de água, as autoridades alertam que o recuo das águas nas zonas anteriormente alagadas ocorre de forma mais lenta do que o processo de inundação. Este fenómeno depende da capacidade de infiltração dos solos e do escoamento superficial, fatores que podem prolongar a permanência de água em algumas áreas.
Na sequência de reunião da Comissão Distrital de Proteção Civil, e no âmbito do Plano Especial de Emergência para Cheias na Bacia do Tejo, foi determinado, pelas 09h00 de 16 de fevereiro de 2026, o desagravamento da situação para nível de Alerta Amarelo.
As autoridades mantêm a monitorização permanente da situação e recomendam à população que continue a acompanhar as informações oficiais e a adotar comportamentos preventivos nas zonas ribeirinhas.




