Começou oficialmente a corrida à Presidência da República Portuguesa, com os candidatos a intensificarem a campanha para as eleições marcadas para 18 de Janeiro de 2026. A data foi fixada pelo Presidente da República em Outubro do ano passado, com a primeira volta a decorrer no Domingo, enquanto uma eventual segunda volta está prevista para 8 de Fevereiro caso nenhum candidato consiga maioria absoluta.
O processo eleitoral regista um número recorde de 11 candidaturas oficiais, sete delas apoiadas por partidos políticos, refletindo um panorama político particularmente competitivo e diversificado.
Nesta fase inicial, os candidatos têm percorrido o país para apresentar propostas e captar apoio dos eleitores. Entre as figuras de destaque estão o Almirante reformado Henrique Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (com o apoio do PSD e do CDS), António José Seguro (apoiado pelo PS), e André Ventura pelo partido Chega, entre outros.
Alguns candidatos já marcaram momentos simbólicos de campanha: António Filipe começou a sua jornada na histórica fortaleza de Peniche, apelando á memória democrática e ao voto sem medo. Por outro lado, Seguro tem destacado que não será um “Presidente da República sombra”, em Belém, afirmando que pretende exercer de forma exigente as funções presidências.
O arranque da campanha acontece numa altura em que os principais temas na agenda dos portugueses, como o Serviço Nacional de Saúde, o poder de compra e outras prioridades sociais, são cada vez mais debatidos publicamente pelos candidatos.
Durante as próximas semanas, além das ações em terreno, os eleitores terão acesso a debates, entrevistas e encontros mediáticos que prometem animar até ao dia de reflexão, 16 de Janeiro, véspera da votação.
Não se esqueça: o voto antecipado está a decorrer para quem não poderá estar no seu local de recenseamento a 18 de Janeiro. Desta forma é garantido que todos os eleitores possam participar.




