A Guarda Nacional Republicana está a reforçar a fiscalização do exercício da caça, no âmbito da Operação “Artémis 2026/2027”, que se prolonga até 28 de fevereiro do próximo ano.
A operação decorre em todo o território nacional e é desenvolvida, em particular, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente, o SEPNA, com o objetivo de prevenir, detetar, fiscalizar e investigar situações de incumprimento das regras aplicáveis à atividade cinegética.
A fiscalização incide sobre o cumprimento das normas relativas ao exercício da caça, à proteção e conservação dos recursos cinegéticos e à utilização legal de armas e restantes meios associados à atividade.
A GNR pretende, desta forma, contribuir para uma prática da caça segura e responsável, mas também para a gestão sustentável dos recursos cinegéticos e para a proteção da fauna e da biodiversidade.
O reforço da fiscalização surge depois dos resultados da anterior Operação “Artémis”. Entre agosto de 2025 e fevereiro deste ano, a GNR fiscalizou mais de 10 mil e 700 caçadores, detetou 136 crimes e efetuou 133 detenções. Foram ainda registadas 345 contraordenações e apreendidas, entre outros bens, 166 armas.
As autoridades deixam o apelo aos caçadores para que cumpram todas as regras legais e garantam que a atividade é praticada em condições de segurança.
A Operação “Artémis” tem também uma componente de sensibilização, procurando promover comportamentos responsáveis e a proteção do património natural.
Fonte/Imagem: GNR




